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14 de ago. de 2012

Quinta é dia de sexo: solteiro sente falta de dormir de conchinha

Ficar solteiro pode ser uma opção. Pode ser também pura falta de opção. Uma boa demonstração disso é a pesquisa que aponta que 17% dos homens se incomodam com o fato de dormirem sozinhos diariamente. Para se ter uma ideia, entre as mulheres que não estão em um relacionamento sério o problema é menos sentido: apenas 10% se queixam por não dormirem de “conchinha”. Carência? Sim e não, segundo a pesquisa encomendada pelo site de relacionamentos ParPerfeito.

Para 12% dos 2,5 mil entrevistados, o principal motivo por estarem solteiros é o foco na carreira profissional. Já o número de mulheres que explica a solteirice como consequência da correria do dia a dia de trabalho é menor (7%). A realidade é tanto homens quanto mulheres dizem não ter encontrado a pessoa certa (70% e 80% dos entrevistados, respectivamente). Ou seja, no final, o trabalho pode não passar de uma desculpa.

11 de mai. de 2012

Sexo: melhor do que você imagina

Acreditamos que você não precisa ser convencido de que sexo é bom, mas pode ser melhor do que você imagina

Acabar com doenças, dormir melhor, gozar e se sentir o rei do sexo oral! Com esses motivos você vai curtir (ainda mais) fazer sexo…

Sexo contra resfriado

Que vacina, que nada. Pesquisadores da Universidade Wilkes (EUA) descobriram que transar pelo menos duas vezes por semana eleva em 20% os níveis de imunoglobina A, anticorpo que protege contra resfriados e outras infecções por vírus e bactérias.

Para ficar melhor ainda. “A chave para turbinar esses anticorpos naturais é intensidade e prazer, portanto mexa-se e experimente o máximo de posições possível”, sugere Paula Hall, terapeuta sexual da Relate, instituição britânica que oferece consultoria em relacionamentos. “Tente a posição da tesoura: você fica de pé, ela deitada na beirada da cama de frente para você e com os tornozelos nos seus ombros. Durante a penetração, abra e feche as pernas dela (como se fossem uma tesoura), cruzando-as quanto fechadas a fim de segurar seu pênis dentro dela.” Se a doutora falou…

Durma feito criança

A química pós-sexo tem o poder de uma canção de ninar. “Durante o orgasmo, o corpo produz ocitocina, hormônio que induz ao sono”, observa o ginecologista e terapeuta sexual Amaury Mendes Júnior, do Rio de Janeiro. “Não há dúvida de que o sexo ajuda a combater a insônia”, diz o médico americano especialista em medicina sexual David Delvin, autor do The Pocket Good Sex Guide (Guia de Bolso para o Sexo Bom). Sim, você acaba de ganhar uma explicação para aquela sua mania (que ela detesta) de capotar depois de gozar. E ela também tem uma desculpa para querer dormir de concha logo em seguida: é que o mesmo hormônio está relacionado ao desejo de ficar junto e desenvolver vínculos.

Para ficar melhor ainda: melhore seu sono ingerindo alimentos que estimulam a síntese do neurotransmissor do prazer, a serotonina – carboidratos, frutas cítricas ou com coloração amarelo-alaranjada (mamão, abóbora), banana, amendoim e atum, por exemplo -, antes de ir para a cama.

Gozar, existe algo melhor?

Orgasmo simultâneo é o ponto mais sagrado do sexo. Muitas pessoas passam a vida sem chegar a essa experiência. A melhor forma de chegar a ele é caminhar lentamente, sem afobação. Uma dica é usar a técnica de alinhamento coital (TAC). Essa é a tradicional posição papai-mamãe, porém um pouco repaginada. Mantenha o peso do tronco sobre a parceira e movimente lentamente apenas sua pélvis. Coloque a parceira um pouco acima na cama para que seu osso púbico friccione levemente a região clitoriana da moça. O ponto é: com movimentos mais limitados você tem mais controle para coordenar seu orgasmo com o dela. E o resultado será incrível para vocês dois (e ruim para os vizinhos). Mas vale lembrar que a mulher pode até chegar ao clímax com você, mas não é isso que mais a atrai na transa, explica Mirian Goldenberg.

Você, o rei do sexo oral

Observe como ela move o quadril quando você faz sexo oral. Se ela estiver se contraindo ou se movimentando, não siga o movimento dela nem altere seu ritmo. Fique como está e deixe que ela encontre a posição e o movimento exato para alcançar o orgasmo. Sua parceira está somente ajustando a postura e, se você se mover com ela, estragará seus esforços. Continue fazendo a mesma coisa e deixe que ela regule a sintonia fina. Melhor ainda, diga que você vai deixar que ela mesma ajuste a posição. Isso dá à sua mulher a liberdade para movimentar-se e também ajuda você, contribuindo para que todo o processo seja cada vez mais fácil e bem-sucedido. Se ela parar com o quadril elevado e o abdome contraído, significa que você está no lugar certo. Se você continuar como está, mantendo o ritmo e a pressão, ela será inundada por ondas de prazer que se espalharão do clitóris para o resto do corpo. Isso fará o corpo dela tremer incontrolavelmente, mas não termine agora. Siga até sentir que ela parou de tremer e que seu corpo está totalmente relaxado. Você verá a expressão de êxtase no rosto dela e, provavelmente, um grande sorriso no seu.

9 de mai. de 2012

Indomável

Passional, obcecada, insegura, Penélope Cruz acaba de fazer seu segundo filme com Woody Allen. “Eu o deixei maluco”. Dá para entender, não é?

Penélope Cruz, a espanhola geniosa que atiçou meio mundo com suas participações emPiratas do Caribe e Vicky Cristina Barcelona, vem passando por uma “experiência revolucionária”. Foi assim que definiu a maternidade, terreno no qual ingressou há pouco mais de um ano, com Leonardo, fruto de seu relacionamento com o também ator Javier Bardem. “Ter um filho é absolutamente transformador”, diz. Uma das mudanças que Leo lhe proporcionou foi abrandar a obsessão por superar-se a cada momento, a cada novo trabalho, que ela sempre sentiu. Não que ninguém tivesse dúvidas sobre seu talento. “Estou tentando lutar contra a minha natureza. Sempre fui muito dura comigo mesma. Venho me esforçando apreciar o equilíbrio entre o trabalho e o tempo para mim e minha família. Hoje me sinto mais livre e em paz”, conta. “Mesmo com um bebê, nunca poderia colocar minha carreira completamente em espera. Não seria justo para mim, meu marido e meus filhos, se tivermos mais. Eu amo atuar, preciso disso para ser feliz.”

Penélope já participou de dois longas desde o nascimento de Leo: um na Bósnia (Venuto Al Mondo, dirigido pelo italiano Sergio Castellito) e outro em Roma (BopDecameron), com Woody Allen. O primeiro ainda não tem data de estreia, mas o segundo deve chegar ao Brasil no segundo semestre deste ano. Obstinada e passional, Penélope é um camaleão nas telas: muda de cor, de aparência e até mesmo sua química corporal parece transformar-se a cada papel. Em Vicky Cristina Barcelona, ​​sua presença ardente apagou a estrela de Scarlett Johansson. A loira parecia incrivelmente vazia em comparação às torrentes furiosas de emoção que o fluxo de cada olhar despejava nas linhas ditas por Cruz. Ela não só explodiu Johansson para fora da tela e de nossa memória coletiva como a substituiu no lugar de nova musa de Woody Allen. Conseguiu, ainda, subverter o método de trabalho do diretor, que costuma filmar apenas dois ou três takes de cada cena.

“Toda vez que Woody gritava ‘Corta!’, pedia para gravar uma e outra vez”, lembra. “Eu o deixava maluco com isso.” No último dia de filmagem, o americano se vingou: antes que ela pudesse implorar por outro bis, ele se escafedeu do set. “Woody havia nos deixado. Estava se escondendo de mim (risos).”

Penélope sempre sente que pode fazer melhor. Assim que termina um take, aparece-lhe algo que talvez funcione mais. E se não conseguir realizá-lo, passa o dia a se torturar, lembrando-se de cada detalhe. Vive em constante estado de ebulição. “Não acho isso bom para minha saúde ou para o meu trabalho. Mas a cada filme me sinto insegura, tenho medo. Isso faz parte da minha maneira de atuar”, explica. “Sou invadida por torrentes de autodúvida. Vivo constantemente insatisfeita com o lugar onde estou. Claro que desejaria conseguir gerenciar tanto estresse. Por outro lado, penso que talvez isso me ajude a chegar aonde preciso”, diz. Cruz compara-se a um trapezista que precisa experimentar uma certa quantidade de tensão antes de efetuar o salto. “Penélope não permite que nada perturbe sua devoção à personagem. Submerge no trabalho até o limite que um diretor pode pedir”, diz Pedro Almodóvar, que a dirigiu em Carne Trêmula, Tudo Sobre Minha Mãe e Volver.

Para minimizar a tensão, ela várias vezes recorre à música e a utiliza para abrir o caminho da emoção. “Amo ópera e flamenco. Também música brasileira, especialmente Caetano Veloso. Muitas vezes vou às lágrimas”, diz. Sua iniciação musical deve-se à mãe, Encarna Sánchez, uma cabeleireira amante das artes. No apartamento em que a família vivia, num subúrbio operário de Madri, soava sempre música. “Aos domingos, limpávamos a casa ouvindo Bizet ou Prokofiev. Mesmo sem muito dinheiro (o pai era mecânico numa oficina local), fomos uma das primeiras famílias do bairro a ter um vídeo. Alugávamos muitos filmes italianos. Cresci vendo Fellini, Rosselini, De Sica. Anna Magnani era uma das minhas atrizes favoritas”, lembra.

Encarna também a incentivou a dançar e fez hora extra para pagar as aulas de balé da filha, que começou aos 4 anos. Penélope credita a disciplina que aplica a seu trabalho a esse intenso treinamento. Acha que, sem o balé, seria uma atriz pior. “Por momentos, minha dedicação era desmedida. Costumava arrancar minhas unhas do dedão do pé – arruinadas pela dança – e jogá-las fora. Já nem sentia nada. Eu amava dançar”, diz. Tanto que estava determinada a virar bailarina, até que, aos 15 anos, assistiu a Ata-me, do controverso Almodóvar. “Nunca me senti tão inspirada. Ali soube o que eu queria fazer”, diz. Na mesma semana, a recém ex-bailarina contatou uma agente, fez um teste – e foi mandada de volta para casa. “Você é muito jovem. Venha no próximo ano”, ouviu. “Mas eu voltei na semana seguinte. Fui mandada embora novamente. E voltei na semana seguinte. Isso é prova de minha teimosia crônica. Ser teimosa é algo que se torna meu melhor amigo e meu pior inimigo, às vezes”, admite.

Ela diz que vem aprendendo, nos últimos anos, a controlar o naufrágio emocional em que se perde ao preparar-se para um filme. “Alguns papéis são muito assustadores. Atuar é arriscado: você precisa estar disposto a lançar-se em situações difíceis emocionalmente.” Seu limite atingiu o ponto máximo há seis anos, quando sentiu que havia descuidado de sua vida e utilizado os filmes como uma forma de fuga inconsciente – e não apenas como meio de expressão artística. Decidiu então diminuir a obsessão workaholic que a levava a participar de quatro filmes em um ano, sem passar mais que uns meses em sua casa. Foi em meio a essa crise que Penélope reencontrou Javier Bardem – único rival de sua estatura tratando-se de celebridades na Espanha. Eles não trabalhavam juntos desde a estreia cinematográfica de Penélope em Jamón, Jamón, de Bigas Luna, aos 18 anos, com memoráveis cenas de nudez.

“Javier e eu permanecemos em contato, mas nunca nos encontrávamos. Apenas raramente, em cerimônias de premiação e eventos de cinema. Eu sempre o admirei como um grande ator”, admite, contida. A paixão de ambos no set de Vicky Cristina Barcelona foi guardada em segredo. Ele era exatamente o tipo de homem que esperava: alguém cuja própria paixão era páreo para a dela. “Ter essa intensidade, estar apaixonada por tudo às vezes pode ser cansativo”, admite Cruz. “Eu fui viciada em trabalhar a maior parte da minha vida e de repente descobri que precisava ter mais tempo para mim, meus amigos e minhas próprias necessidades.”

“Toda vez que Woody gritava ‘Corta!’, pedia para gravar uma e outra vez”, lembra. “Eu o deixava maluco com isso.” No último dia de filmagem, o americano se vingou: antes que ela pudesse implorar por outro bis, ele se escafedeu do set. “Woody havia nos deixado. Estava se escondendo de mim (risos).”

Penélope sempre sente que pode fazer melhor. Assim que termina um take, aparece-lhe algo que talvez funcione mais. E se não conseguir realizá-lo, passa o dia a se torturar, lembrando-se de cada detalhe. Vive em constante estado de ebulição. “Não acho isso bom para minha saúde ou para o meu trabalho. Mas a cada filme me sinto insegura, tenho medo. Isso faz parte da minha maneira de atuar”, explica. “Sou invadida por torrentes de autodúvida. Vivo constantemente insatisfeita com o lugar onde estou. Claro que desejaria conseguir gerenciar tanto estresse. Por outro lado, penso que talvez isso me ajude a chegar aonde preciso”, diz. Cruz compara-se a um trapezista que precisa experimentar uma certa quantidade de tensão antes de efetuar o salto. “Penélope não permite que nada perturbe sua devoção à personagem. Submerge no trabalho até o limite que um diretor pode pedir”, diz Pedro Almodóvar, que a dirigiu em Carne Trêmula, Tudo Sobre Minha Mãe e Volver.

Para minimizar a tensão, ela várias vezes recorre à música e a utiliza para abrir o caminho da emoção. “Amo ópera e flamenco. Também música brasileira, especialmente Caetano Veloso. Muitas vezes vou às lágrimas”, diz. Sua iniciação musical deve-se à mãe, Encarna Sánchez, uma cabeleireira amante das artes. No apartamento em que a família vivia, num subúrbio operário de Madri, soava sempre música. “Aos domingos, limpávamos a casa ouvindo Bizet ou Prokofiev. Mesmo sem muito dinheiro (o pai era mecânico numa oficina local), fomos uma das primeiras famílias do bairro a ter um vídeo. Alugávamos muitos filmes italianos. Cresci vendo Fellini, Rosselini, De Sica. Anna Magnani era uma das minhas atrizes favoritas”, lembra.

Encarna também a incentivou a dançar e fez hora extra para pagar as aulas de balé da filha, que começou aos 4 anos. Penélope credita a disciplina que aplica a seu trabalho a esse intenso treinamento. Acha que, sem o balé, seria uma atriz pior. “Por momentos, minha dedicação era desmedida. Costumava arrancar minhas unhas do dedão do pé – arruinadas pela dança – e jogá-las fora. Já nem sentia nada. Eu amava dançar”, diz. Tanto que estava determinada a virar bailarina, até que, aos 15 anos, assistiu a Ata-me, do controverso Almodóvar. “Nunca me senti tão inspirada. Ali soube o que eu queria fazer”, diz. Na mesma semana, a recém ex-bailarina contatou uma agente, fez um teste – e foi mandada de volta para casa. “Você é muito jovem. Venha no próximo ano”, ouviu. “Mas eu voltei na semana seguinte. Fui mandada embora novamente. E voltei na semana seguinte. Isso é prova de minha teimosia crônica. Ser teimosa é algo que se torna meu melhor amigo e meu pior inimigo, às vezes”, admite.

Ela diz que vem aprendendo, nos últimos anos, a controlar o naufrágio emocional em que se perde ao preparar-se para um filme. “Alguns papéis são muito assustadores. Atuar é arriscado: você precisa estar disposto a lançar-se em situações difíceis emocionalmente.” Seu limite atingiu o ponto máximo há seis anos, quando sentiu que havia descuidado de sua vida e utilizado os filmes como uma forma de fuga inconsciente – e não apenas como meio de expressão artística. Decidiu então diminuir a obsessão workaholic que a levava a participar de quatro filmes em um ano, sem passar mais que uns meses em sua casa. Foi em meio a essa crise que Penélope reencontrou Javier Bardem – único rival de sua estatura tratando-se de celebridades na Espanha. Eles não trabalhavam juntos desde a estreia cinematográfica de Penélope em Jamón, Jamón, de Bigas Luna, aos 18 anos, com memoráveis cenas de nudez.

“Javier e eu permanecemos em contato, mas nunca nos encontrávamos. Apenas raramente, em cerimônias de premiação e eventos de cinema. Eu sempre o admirei como um grande ator”, admite, contida. A paixão de ambos no set de Vicky Cristina Barcelona foi guardada em segredo. Ele era exatamente o tipo de homem que esperava: alguém cuja própria paixão era páreo para a dela. “Ter essa intensidade, estar apaixonada por tudo às vezes pode ser cansativo”, admite Cruz. “Eu fui viciada em trabalhar a maior parte da minha vida e de repente descobri que precisava ter mais tempo para mim, meus amigos e minhas próprias necessidades.”

Matéria publicada na Revista ALFA de abril de 2012.

3 de mai. de 2012

Sexo: melhor do que você imagina

Acreditamos que você não precisa ser convencido de que sexo é bom, mas pode ser melhor do que você imagina

Acabar com doenças, dormir melhor, gozar e se sentir o rei do sexo oral! Com esses motivos você vai curtir (ainda mais) fazer sexo…

Sexo contra resfriado

Que vacina, que nada. Pesquisadores da Universidade Wilkes (EUA) descobriram que transar pelo menos duas vezes por semana eleva em 20% os níveis de imunoglobina A, anticorpo que protege contra resfriados e outras infecções por vírus e bactérias.

Para ficar melhor ainda. “A chave para turbinar esses anticorpos naturais é intensidade e prazer, portanto mexa-se e experimente o máximo de posições possível”, sugere Paula Hall, terapeuta sexual da Relate, instituição britânica que oferece consultoria em relacionamentos. “Tente a posição da tesoura: você fica de pé, ela deitada na beirada da cama de frente para você e com os tornozelos nos seus ombros. Durante a penetração, abra e feche as pernas dela (como se fossem uma tesoura), cruzando-as quanto fechadas a fim de segurar seu pênis dentro dela.” Se a doutora falou…

Durma feito criança

A química pós-sexo tem o poder de uma canção de ninar. “Durante o orgasmo, o corpo produz ocitocina, hormônio que induz ao sono”, observa o ginecologista e terapeuta sexual Amaury Mendes Júnior, do Rio de Janeiro. “Não há dúvida de que o sexo ajuda a combater a insônia”, diz o médico americano especialista em medicina sexual David Delvin, autor do The Pocket Good Sex Guide (Guia de Bolso para o Sexo Bom). Sim, você acaba de ganhar uma explicação para aquela sua mania (que ela detesta) de capotar depois de gozar. E ela também tem uma desculpa para querer dormir de concha logo em seguida: é que o mesmo hormônio está relacionado ao desejo de ficar junto e desenvolver vínculos.

Para ficar melhor ainda: melhore seu sono ingerindo alimentos que estimulam a síntese do neurotransmissor do prazer, a serotonina – carboidratos, frutas cítricas ou com coloração amarelo-alaranjada (mamão, abóbora), banana, amendoim e atum, por exemplo -, antes de ir para a cama.

Gozar, existe algo melhor?

Orgasmo simultâneo é o ponto mais sagrado do sexo. Muitas pessoas passam a vida sem chegar a essa experiência. A melhor forma de chegar a ele é caminhar lentamente, sem afobação. Uma dica é usar a técnica de alinhamento coital (TAC). Essa é a tradicional posição papai-mamãe, porém um pouco repaginada. Mantenha o peso do tronco sobre a parceira e movimente lentamente apenas sua pélvis. Coloque a parceira um pouco acima na cama para que seu osso púbico friccione levemente a região clitoriana da moça. O ponto é: com movimentos mais limitados você tem mais controle para coordenar seu orgasmo com o dela. E o resultado será incrível para vocês dois (e ruim para os vizinhos). Mas vale lembrar que a mulher pode até chegar ao clímax com você, mas não é isso que mais a atrai na transa, explica Mirian Goldenberg.

Você, o rei do sexo oral

Observe como ela move o quadril quando você faz sexo oral. Se ela estiver se contraindo ou se movimentando, não siga o movimento dela nem altere seu ritmo. Fique como está e deixe que ela encontre a posição e o movimento exato para alcançar o orgasmo. Sua parceira está somente ajustando a postura e, se você se mover com ela, estragará seus esforços. Continue fazendo a mesma coisa e deixe que ela regule a sintonia fina. Melhor ainda, diga que você vai deixar que ela mesma ajuste a posição. Isso dá à sua mulher a liberdade para movimentar-se e também ajuda você, contribuindo para que todo o processo seja cada vez mais fácil e bem-sucedido. Se ela parar com o quadril elevado e o abdome contraído, significa que você está no lugar certo. Se você continuar como está, mantendo o ritmo e a pressão, ela será inundada por ondas de prazer que se espalharão do clitóris para o resto do corpo. Isso fará o corpo dela tremer incontrolavelmente, mas não termine agora. Siga até sentir que ela parou de tremer e que seu corpo está totalmente relaxado. Você verá a expressão de êxtase no rosto dela e, provavelmente, um grande sorriso no seu.

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