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13 de fev. de 2012

Os erros de etiqueta corporativa que podem ofender seus colegas


O pacote que trouxe a geração Y ao todo das companhias tratou de fazer uma revolução na maneira como as relações se dão no ambiente de trabalho. Não é por acaso, por exemplo, que o clima mais informal seja quase regra, hoje, dentro das empresas.

Apesar desse tom mais próximo das relações de carreira , o ambiente corporativo exige limites e alguns cuidados no trato com as pessoas. Confira quais são os deslizes mais comuns neste aspecto, segundo especialistas:

1. Atrasar-se

“As pessoas estão sobrecarregadas e, por trabalhar demais em determinada atividade, se sentem confortáveis em não ser pontual”, diz Ariadne Tomczak, headhunter da De Bernt Entschev Human Capital.

As justificativas para chegar atrasado podem ser inúmeras, mas sempre “isso será uma falta de respeito perante a outra pessoa”, diz a especialista.

2. Não desgrudar os olhos do celular durante reuniões

Os recursos digitais limaram as desvantagens das distâncias da realidade corporativa. Hoje, é possível estar em uma reunião enquanto envia instruções para um subordinado na sala ao lado ou em outro país.

Mas atenção: “Quando as pessoas estão reunidas, elas tem um objetivo. Se você estiver lá, esteja de verdade”, diz Ariadne. Se realmente precisar resolver outra questão, peça licença, sai da sala e atenda ao celular ou responda o e-mail.

Cuidado também com conversas paralelas, risadas e, pasmem, troca de bilhetes durante reuniões. “Esse tipo de postura dá a impressão de que você está em uma sala de aula, não no ambiente de trabalho”, diz a consultora de imagem corporativa Renata Mello.

3. Fazer brincadeiras preconceituosas

Todo mundo gosta de brincar com o time alheio ou de contar a última piada “super criativa” sobre loiras. Lembre-se: o respeito deve ser palavra de ordem no ambiente de trabalho – independente do seu grau de intimidade com o colega de trabalho. Dica básica: lime todo tipo de brincadeira preconceituosa do seu repertório de bom humor corporativo. Cuidado também para não expor seus colegas. Ele chegou atrasado? Não aponte para o relógio ou diga “Boa tarde” explicitando para a companhia inteira que, naquele dia, ele perdeu hora.

4. Dar broncas – na frente de terceiros

“Quando você divergir com alguém, lembre-se que ele não é seu irmão ou sua esposa”, diz Renata. “É desagradável chamar a atenção na frente de outras pessoas. Ninguém é obrigado a ouvir os gritos e berros de insatisfação do outro”.

5. Interromper reuniões

Tem uma demanda que deve ser prontamente atendida? E a pessoa chave para resolvê-la está em reunião? Seja sutil. “Há pessoas que entram na sala sem bater. O ideal é pedir licença e entrar devagar”, aconselha Renata.

6. Pressionar

É fato que, em alguns momentos, todo seu trabalho depende da boa vontade de outra pessoa, para qual a tarefa nem é tão importante assim. Pode ser até que este descompasso de prioridades esteja empacando toda a sua agenda.

Mas, atenção: isso não é justificativa para ficar no pé da pessoa. Ou em outras palavras, atormentá-la até que tenha o que você quer.

“Nessa ansiedade de querer resolver o problema, lembre-se que a outra parte também está trabalhando e que ela tem as próprias prioridades”, diz a especialista. “É preciso respeitar os prazos”.

Enviou um e-mail pela manhã cobrando uma resposta? Espere até o meio da tarde para ligar pedindo uma resposta. De maneira delicada e discreta, claro. “Não fique ligando de hora em hora”, diz Renata.

7. Interromper a conversa de terceiros
Ou não deixar ninguém terminar uma sentença. É consenso: cortar conversas ou frases de terceiros é um ato claramente indelicado.
Mesmo assim, seja por um impulso ou força do hábito, muitos profissionais seguem monopolizando diálogos e impedindo que outras pessoas se expressem na mesma medida.

“Temos que aprender a escutar”, diz Renata. Se cortar por impulso, “peça desculpas e retorne a palavra para a pessoa”.

8. Manter olhares indiscretos (ou malandros)

Trabalho é trabalho. E profissional nenhum deveria agir como se estivesse em um bar, diz a especialista. Mas há quem se esqueça dessa realidade e faça de todo esbarrão um pretexto para flerte.

Aqui, explica a especialista, o problema não é se interessar por um colega de trabalho. “É o hábito de lançar olhares para homens ou mulheres de uma maneira ‘sacana’ para testar o próprio sex appeal”, explica. E, como consequência, desrespeitar o outro.

Mesmo quando isso não estiver em pauta, seja discreto com a maneira como você olha para as outras pessoas. “Se você está avaliando o visual do outro, seja sutil”, diz.

6 de fev. de 2012

10 razões para não casar

Em 2011- e este início de 2012 -, o ano não foi lá dos melhores para casais de celebridades. Demi Moore s Ashton Kutcher, Danielle Winits e Jonatas Faro, Jennifer Lopez e Marc Anthony e agora, Heidi Klum e Seal separaram as escovas de dente. Porém, divorcio não assola apenas os casais famosos. No Brasil, o número de divórcios atingiu o seu maior valor: 1,8 separações para cada mil habitantes. Está pensando em subir ao altar? Reunimos dez razões para pensar novamente sobre o assunto.

1. Ela vai ficar gorda

Até mesmo mulheres que não vão ter filhos ganham alguns quilos. Um estudo realizado pela Universidade de Queensland, na Austrália, mostrou que as mulheres ganham em média 7 quilos nos primeiros dez anos, se for casada, mas sem bebê. O ganho é devido a mudança de hábitos: deixam de ir a academia para sair para jantar com o marido.

2. Casamento acaba com as suas opções

Flertar com uma colega de trabalho ou com a secretária do andar de baixo, muito menos convidar a recepcionista da academia para sair. Casamento acaba com todas as opções fáceis. Assim que você conversar com elas, a frase será “é uma pena, você é casado”.

3. Casamento custa caro

Já parou para fazer as contas? Apenas no ano passado, os americanos gastaram 71 bilhões de dólares em casamentos. O Brasil não fica para trás. A expectativa é que o balanço da indústria casamenteira feche em 20 bilhões de reais, em 2011. Atualmente, não é possível fazer uma boa festa sem gastar pelo menos R$ 150 mil. E se dinheiro (ou a falta dele) é um dos principais motivos de divórcio, como começar a nova vida com essa dívida?

4. No fim, casamento é só um papel

Você pode ter uma relação exclusiva e sadia sem precisar do aval das instituições religiosas ou do Estado. Papeis são apenas uma formalidade desnecessária que, na prática, só servem para dividir o plano de saúde. Se você e sua companheira estão de acordo, por que mudar?

5. Casamento acaba com a espontaneidade

Muitos casais tentam convencer você que as faíscas continuam depois de subir ao altar. Mentira. Na verdade, eles podem ter ideias espontâneas, mas demoram meses para planeja-las. E muitas vezes, nem realizam de fato.

6. Casamento é compromisso constante

A vida deve ser bem vivida, mas é um pouco difícil quando você passa metade do seu tempo fazendo o que ela quer. O casamento não é concordar apenas com as pequenas decisões do dia a dia, é também concordar com o modo de vida, até mesmo onde aplicar aquele dinheiro que poderia ser bem gasto em uma grande viagem para Vegas, mas no fim, vai para uma poupança para a faculdade das crianças.

7. Casamento é o fim do sexo de qualidade

Ainda vai haver sexo, às vezes. Talvez nos aniversários ou uma ou outra comemoração. Porém, vão ser sempre nos mesmos lugares, na mesma posição. Algumas podem tentar experimentar, mas será por pouco tempo.

8. Normalmente, casamentos falham

Principalmente depois da nova lei que facilita as separações. Depois da aprovação da lei, o número de divórcios subiu 109%, em um ano, no país. Você arriscaria a sua vida (e seu dinheiro) assim?

9. Casamento não permite mais assumir riscos

A vida envolve se jogar para desafios e correr riscos. Se cair ou falhar, você assume a responsabilidade. No entanto, quando se está casado, é preciso pensar duas vezes, afinal, você não pode arriscar a vida, dinheiro, saúde de outra pessoa, certo? Casamento significa pensar para o bem de duas pessoas. É bom porque você passa a analisar melhor as propostas, porém, pode também atrasar decisões importantes na sua vida.

10. Casamento é para sempre

Pense no cara que você era há alguns anos. Pense de novo e analise como a sua vida está diferente. Agora, tente se ver em dez anos: você pode continuar parecido, mas seus gostos mudaram, seus sentimentos e emoções. Você consegue imaginar uma mulher ao seu lado? Sem riscos, sem viagens de fim de semana de última hora, sem dinheiro mal gasto. Mas com sexo sempre que quiser, até o fim dos seus dias. Até que a morte os separe. Sim. Você pode beijar a noiva.

25 de jan. de 2012

Os personagens da semana

Personagens da semana
Presente de Deus da semana: Rosie Huntington-WhiteleyHomem ALFA da semana: Martin ScorseseHomem Zeta da semana: Mitt Romney
Rosie Huntington-Whiteley é estonteante. Já foi eleita a mais sexy do mundo, é uma angel da Victoria’s Secret e emprestou seu charme para a ação com pouco cérebro Transformers 3. Mesmo com tantas provas de que é uma das mais belas descendentes de Eva, a britânica mostrou, em a sua passagem pelo país, que é uma mulher comum: sonha em ser outra. “Amo a Beyoncé. Ela é uma mulher incrível, poderosa, talentosa e muito sexy”, disse durante o SPFW. Justo Rose, que já foi apontada por cientistas como dona de uma beleza com efeitos semelhantes aos da cocaína no cérebro masculino. Não precisava.Demorou 26 anos para a Academia reconhecer o talento de Martin Scorsese e dar a ele um Oscar de Melhor Diretor. Passadas as mágoas, parece que os velhinhos de Hollywood se renderam completamente ao estilo característico do nova-iorquino. Na lista dos indicados ao Oscar 2012, Scorsese puxou a fila. Seu mais novo filme, Hugo, foi indicado em 11 categorias, entre elas três das mais nobres: Melhor Filme, Diretor e Roteiro Adaptado.
Durante seus mais de 40 anos de carreira ele não deixou de fazer um cinema vigoroso e atual, superando as barreiras e exigências tecnológicas, muito além da miopia dos bobalhões da indústria.
A barra sujou para Mitt Romney. Até então o favorito para a indicação do partido, o pré-candidato republicano perdeu a Carolina do Sul para o adversário Newt Gingrich e agora está enrolado com o fisco. Assumiu uma conta na Suíça e fundos nas Ilhas Cayman. Pode parecer pouco quando comparado a um ex-prefeito de São Paulo. Mas Romney, ao pagar menos imposto de renda do que a média dos americanos, cometeu um pecado gravíssimo na atual crise econômica. Somadas as demissões que realizou nas empresas que dirigiu, ele sela não só a sua queda, mas também a queda de seu partido.

19 de jan. de 2012

A corrida do fim do mundo

“Um jerico bom, pisar fundo, largar na frente e ter estrela.” Esses são os preceitos de Sílvio Stédile para vencer a Corrida de Jericos de Alto Paraíso. Em Rondônia, um jerico não é apenas o filho do jumento com a égua, bichinho estéril, animal de carga por excelência. Jericos são cruzamentos, sim, de peças de vários automóveis, resultando num veículo robusto, perfeito para carregar toras de madeira, principal riqueza da região. E essa cidade de 17 mil habitantes virou capital da jericolândia: por ali transitam 1 500 desses animais motorizados. Muitos construídos por Stédile, vereador, dono de uma fábrica de jericos e um dos astros da corrida, que acontece no mês de fevereiro, atraindo cerca de 50 mil pessoas. Essa espécie de F-1 amazônica é na verdade mero pretexto para a festa do dia anterior, que transforma a pequena Alto Paraíso num óbvio trocadilho.

Mas é a expressão “inferno verde” que surge com intensidade quando se observam do avião as gigantescas extensões de árvores entrelaçadas que pareceriam infinitas não fossem interrompidas por rios, igarapés – e imensas porções de nada. Terrenos desmatados para o plantio de soja (Rondônia é o maior produtor do país), extração de madeira (o estado é recordista em extração ilegal) ou para pecuária (exporta mais carne que o Rio Grande do Sul).

10 de jan. de 2012

Os ternos das séries americanas combinam com as empresas no Brasil?

Para o editor de moda Fábio Paiva, o ambiente corporativo não permite muitas mudanças na maneira de vestir. Entretanto, é possível se inspirar em séries norte-americanas para compor o guarda-roupa de executivos mesmo no Brasil. “A moda é global, só é preciso ficar atento ao tecido ideal para nosso clima, como o linho”, explica.

Quanto às cores e ao corte dos ternos, para ele uma tendência são os ternos e blazers feitos sob medida com inspiração na alfaiataria e camisaria italiana, em que predominam cortes secos e próximos ao corpo.

Para se inspirar nos trajes de Mad Men, mas sem parecer fantasiado para um baile dos anos 60, a dica é usar calça com cintura alta e mesclar com uma peça atual.

Na opinião de Paiva, calças com cintura alta estão no topo das tendências da alfaiataria masculina. “Outra dica é o uso de uma única cor, pois deixa o homem mais alto visualmente”, afirma.

No caso das gravatas slim (muito finas), a recomendação para os profissionais com estilo clássico, mas que gostariam arriscar é começar usar uma slim em cores sóbrias, como azul marinho e cinza.

  • Mad Men

“O homem não precisa abrir mão do clássico. Um pouco de atualidade e ousadia não faz mal a ninguém”, afirma Paiva.

Nesse caso, ele diz que o mix de estampas do colete e da gravata dá um ar moderno para o traje. “O colete também é anos 60, mas atualmente deixa o visual com cara de geek”, explica.

  • Mad Men

Especialistas afirmam que vestir um terno bem cortado deixa qualquer homem elegante. “Terno não tem muito segredo, uma coisa que não pode ser mudada no costureiro é o caimento do ombro, que não pode sobrar e nem ficar apertado”, explica André do Val, crítico de moda e editor-executivo do site Chic.

Nesse caso, de acordo com Paiva o clássico de risca de giz não tem erro e completa que o mais claro é ideal para ser usado no verão.

  • Mad Men

“Hoje, nem na cerimônia da festa do Oscar a gravata borboleta é obrigatória”, observa do Val. Para ele, a opção do meio é coringa e difícil de se errar.

Mas novamente, como o seriado se passa nos anos 60, o xadrez e o marrom não são indicados na combinação de um terno.

  • Mad Men

Na opinião de do Val, a combinação é um pouco antiquada, mas correta já que combinar xadrez não é uma tarefa das mais fáceis. “A gravata vinho é clássico, mas o uso do colete não é um hábito mais”, diz.

Mas para os adeptos do colete, o crítico recomenda usar só com uma camisa, sem a necessidade do paletó.

  • Mad Men

Combinar uma camisa pólo com blazer é uma boa solução para quem não precisa obrigatoriamente vestir terno todo dia, mas quer variar da dupla a camisa e calça social. O único problema do exemplo ao lado é a cor e estampa do blazer. “Ficaria ótimo com um blazer de azul marinho ou cinza”, explica do Val.

Já o traje do personagem à esquerda da foto, as cores e as listras da gravata não são tão atuais.

  • Mad Men

“A moda é muito cíclica! Blazer com abotoamento duplo é muito atual. Para deixá-lo com cara de século 21 tem que ser mais sequinho e se você encarar com calças mais curtas vai ficar perfeito”, afirma Paiva.

  • Dexter

O seriado se passa em Miami, mas ainda assim o personagem não deixa de estar bem vestido com camisas com cores da moda e blazers.

“Em lugares muito quentes, usar uma regata por baixo da camisa ajuda a absorver um pouco do suor excessivo. Outra dica são calças de linho que são leves”, explica do Val.

Quer ousar nas cores, mas tem medo de errar? O especialista indica combinar até três cores da moda, por exemplo, um blazer cinza com uma camisa azul e uma gravata amarela.

  • The Big Bang Theory

Essa mistura de estampas (que não é para combinar de propósito) pode servir de inspiração para quem gosta de usar uma malha por cima da camisa. O especialista do Val ressalta que a calça e o tênis não devem ser copiados.

“Se colocar uma camisa xadrez, melhor usar um pullover liso. O blazer pode fazer parte do traje em situações informais como a retratada”, diz.

  • The Big Bang Theory

Para Paiva, o look está fora de proporção, pois a gravata está longa demais. Apesar da boa combinação do colete com camisaria e a gravata slim (mais fina) , esse traje parece um tanto desarrumado.

  • The Good Wife

Em uma de suas três participações especiais no seriado “The Good Wife”, Michael J. Fox mostra um bom exemplo de cor que deve ser evitada nas companhias localizadas nos trópicos. “O marrom não valoriza muito a imagem masculina”, afirma o consultor de moda André do Val.

Se a ideia é fugir de ternos com cores escuras, prefira tecidos na cor cinza ou tons mais próximos do bege. Quem optar pela segunda opção, segundo o especialista, deve completar o look com uma calça azul marinho. “Se o traje for inteiro bege, fica muito passeio”, diz do Val.

Na foto à direita, o traje de Eli (Alan Cumming) segue, sem tirar nem pôr, o clássico da moda corporativa. “Não tem como não errar. Ele está correto. Mas também está careta”, diz do Val. “Para inovar um pouco, poderia usar uma gravata com listras roxas por exemplo”.

  • The Good Wife

Houve um tempo em que clássico era apostar em gravatas com estampas pequenas. Hoje, esse macete cedeu espaço para as listras, como as da gravata usada por Cary (Matt Czuchry) no seriado The Good Wife.

“Nas escolas inglesas tradicionais, a gravata com listras de diferentes cores é usada para marcar a turma de cada um. Como o terno é um item para uniformizar”, diz do Val. “É um facilitador para o homem no dia a dia”.

Já o lenço no bolso de Cary não é obrigatório. “É mais um elemento de estilo para sinalizar que você conhece a tradição. É uma questão de gosto”, diz o especialista.

  • The Good Wife

Uma técnica para fugir do comum nesse tipo de traje é adotar ternos com a silhueta um pouco mais ajustada – como o utilizado por Cary (Matt Czuchry), no seriado The Good Wife , nesta imagem. “Outro jeito é usar ternos um pouco mais curtos”, diz do Val.

Agora, a gravata usada por Gordon Higgs (Bob Balaban) apesar de clássica, envelhece o visual. “Para tornar o look mais atual, o jeito seria colocar um pouco mais de cor”, diz o especialista. Gravatas lisas coloridas são a última tendência em alfaiataria masculina, explica.

Agora, só use broche no terno se você for presidente da república.

  • The Good Wife

Terno azul marinho com camisa azul claro virou uma peça chave no guarda-roupa de muito executivo por aí. Mas, para do Val, o look é clichê. “Terno já é uma coisa clássica. É preciso dar um pitada de personalidade na escolha da cor da camisa e da cor da gravata”, diz.

Atenção para o nó da gravata. “Se tem que usar gravata, tem que fazer direito. Não deixe o nó relaxado”, diz o consultor.

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